Mais uma da série de entrevistas com profissionais de UX no Brasil e no mundo.
Melissa Quintanilha é User Experience Designer da Microsoft, estudou informática na UFRJ e Design em Ohio State. Ela conta sobre sua trajetória e práticas da profissão de UX nos Estados Unidos. (mais…)
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Junto com alguns amigos, estamos elaborando uma série de entrevistas com pessoas que trabalham na área de UX e afins. O objetivo é que eles respondam algumas perguntas sobre sua trajetória, o mercado de UX e compratilhasse sua experiência conosco. A primeira a sair do forno é com o Belmer Negrillo. Para quem não o conhece, Belmer é Senior User Experience Desinger do eBay, formado pela IVREA e que já trabalhou em uma das mais renomadas empresas da área, a IDEO. Leia a entrevista completa neste link.
Em breve, novas entrevistas aqui no Blog.
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O Leonardo Kenji me fez algumas perguntas sobre o meu post de UX Agile Design e as perguntas são tão importante e a resposta ficou tão grande que mereceu um post próprio
Pergunta do Leonardo:
Fiquei curioso para saber como vcs adaptaram os princípios agile ao processo de refinamento do qual vc fala.
quais características vcs aproveitaram dos princípios? como vcs estimulam o processo de comunicação entre os envolvidos? vcs usam alguns artefatos ou técnicas sugeridas das metodologias agile? como funciona o processo seus de post-mortem?
E o mais importante, vcs conseguem mensurar o ganho de qualidade, produtividade e satisfação do cliente antes e depois do uso do “Agile UX design”?
(mais…)
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Estava lendo sobre o processo de avaliação de UX (User Experience) dos produtos da Nokia e encontrei alguns dados interessantes.
Eles identificaram uma série de propriedades que os métodos devem ter para serem aplicados rotineiramente dentro do processo industrial deles. Basicamente definiram 3 requisitos:
1) O método deve ser “leve” para ser aplicado em grande escala, devido a grande quantidade de produtos que são lançados a cada ano. Os resultados da avaliação devem vir como em uma “linha de produção”
2) A teoria por trás do método deve ser aplicável para vários tipos de produtos e protótipos. Uma setagem geral de elementos de UX faz com que seja possível avaliar diferentes produtos e usar o mesmo elemento em diferentes fases do desenvolvimento. Eles dizem que embora isso possa dificultar a descoberta das fontes reais dos problemas é dessa forma que eles conseguem avaliar concorretes soluções e tendências.
3) A avaliação deve ter como principal meta a melhoria no design do produto. Isso significa que eles precisam descobrir os prós e contras. Segundo eles informações do tipo “emoções que usuários sentem ao utilizar o produtos” ou se o produto parece masculino ou feminino são consideradas importantes mas não trazem dados que vão diretamente melhorar o design.
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