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UxAgile. Em busca da integração perfeita

Neste artigo aqui, (recomendo ler o post dele antes para entender o meu) o Antônio Carlos fez uma série de observações e comentários pertinentes sobre a experiência dele com Agile Ux, mas, surgiu uma série de dúvidas. Postei as dúvidas no site dele, mas como o post é mais antigo, ainda não tive resposta.

Resolvi então postar minhas dúvidas aqui, já que pensei que ,talvez, alguem possa ter experiências parecidas e me ajudar a esclarecer estas e outras questões relativas a Ux.

O comentário foi o seguinte:

vocês tem algo como o “ciclo zero”? Onde teoricamente sao definidas estratégias do produto, quem são os usuários, necessidades, etc? Pelo que li sobre a sua experiência você conta sobre o ciclo 1 em diante.

Ja li em outros artigos sobre Ux em ambiente agil (como este do D. Norman: http://www.uigarden.net/english/why-doing-user-observations-first-is-wrong), que nesta etapa entrariam pesquisas com usuários, identificação de ideias, necessidades, etc, mas este ciclo é antes do “sinal verde”, como vc mencionou acima. Como você vê a participação de designers nesse ciclo zero no ágil?

E mais uma outra dúvida: me parece que o UED é responsável pelo desenho (desenho visual e de arquitetura) e implementacoes da interface, mas a equipe aplica tecnicas de validaçao com usuarios, como testes rapidos de usabilide, etc? Como fica a questão do feedback do usuário?

Ainda tenho muitas dúvidas em como integrar o processo de design centrado no usuário ao processo ágil, de uma maneira efetiva (mantendo os principios ageis) sem perder tecnicas importantes para Ux, como testes com usuários, pesquisa estratégica, etc.

E  aí, alguém tem alguma esperiência semelhante? Ou idéias, ou sugestões, ou respostas, ou perguntas sobre isso? ;-)


Modelo “Funil” de design de interação

Modelo de ciclo de vida Funil

Pensando esses dias sobre os projetos e o processo de design de interação que temos feito aqui na empresa, percebo um grande amadurecimento no processo, principalmente com relação à flexibilidade na forma de planejar um projeto de DI e de escolher processos alternativos que melhor encaixam em cada projeto. Temos conseguido viabilizar projetos de usabilidade e design de interação bem diferenciados.

Mesmo em projetos com pouco tempo disponível, ou verba, temos aplicado algumas técnicas de forma a melhorar interfaces de forma bastante satisfatória. Temos aplicado algo parecido e alinhado com os conceitos do Agile development (nomeamos livremente de “Agile UX design”) que, basicamente, consistem em iterar o mais rápido possível, identificar os erros rapidamente, concentrar no essencial, manter o simples, rabiscar idéias no papel, evitar documentações desnecessárias… (Este artigo aqui, inclusive, é muito bom para quem quiser saber mais).

Observando o andar dos últimos projetos (principalmente os de criação de um produto novo), consegui identificar alguns padrões e rabisquei um modelo de ciclo de vida em formato “funil”, pois é esse modelo mental que me vem a mente quando vivencio um turbilhão de idéias, dúvidas e opiniões abstratas acerca de um produto sendo transformados em algo concreto, um produto fruto de um projeto de design.

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