Estava lendo sobre o processo de avaliação de UX (User Experience) dos produtos da Nokia e encontrei alguns dados interessantes.
Eles identificaram uma série de propriedades que os métodos devem ter para serem aplicados rotineiramente dentro do processo industrial deles. Basicamente definiram 3 requisitos:
1) O método deve ser “leve” para ser aplicado em grande escala, devido a grande quantidade de produtos que são lançados a cada ano. Os resultados da avaliação devem vir como em uma “linha de produção”
2) A teoria por trás do método deve ser aplicável para vários tipos de produtos e protótipos. Uma setagem geral de elementos de UX faz com que seja possível avaliar diferentes produtos e usar o mesmo elemento em diferentes fases do desenvolvimento. Eles dizem que embora isso possa dificultar a descoberta das fontes reais dos problemas é dessa forma que eles conseguem avaliar concorretes soluções e tendências.
3) A avaliação deve ter como principal meta a melhoria no design do produto. Isso significa que eles precisam descobrir os prós e contras. Segundo eles informações do tipo “emoções que usuários sentem ao utilizar o produtos” ou se o produto parece masculino ou feminino são consideradas importantes mas não trazem dados que vão diretamente melhorar o design.
Categorias: Design de Interação · Mobile · Tendências do Design · Usabilidade
Etiquetado: Add new tag, avaliação, experência do usuário, métodos de UX, nokia, Usabilidade, ux

Hoje li um post muito interessante no Flow Interactive, sobre novos paradigmas do IHC (interação humano computador) e design de aplicativos móveis. Traduzi livremente alguns trechos.
Phil Barrett diz que a curiosidade dos pesquisadores tem os levado para muito além dos assuntos tradicionais do IHC, como cognição, eficiência e produtividade no trabalho. Uma dessas novas fronteiras é: Como as tecnologias interativas podem alcançar aspectos emocionais e sociais das nossas vidas?
Eric Paulos, da Intel Research, questiona e investiga como a tecnologias podem criar um “sense of wonder” (?sentido de encantamento?) ao contrário de serem apenas ferramentas resolvedoras de problemas. Ele pede para repensarmos nosso entendimento sobre telefones móveis e considerá-los como processadores públicos urbanos – barato, ubíquo, aclopado aos humanos que se move com eles pela cidade.
Veja pequena lista para considerar quando projetando experiências sociais e emocionais. (mais…)
Categorias: Comportamento · Design de Interação · Emotional Design · Fatores Humanos · Mobile · Tendências do Design
Etiquetado: Design de Interação, Mobile, design de experiência, emocional design, social
Na áfrica, um pesquisador da Flow Interactive – escritório de usabilidade e design de interação em Londres – tem observado um fato curioso… Homens que enviam SMS para suas esposas regularmente não contraem HIV – Eles estão menos tendenciosos a “perambular por aí”. Não existe nenhum estudo formal ainda, mas claramente, isto bem que poderia ser uma boa forma de prevenção a Aids, já que custa em torno de 10 US cents por dia
Leia post original no Underdevelopment
Categorias: Comportamento · Mobile
Etiquetado: culular, design para celular, Mobile