Designing for Humans

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Papa pilhas ou papa lixo?

Julho 9, 2009 · 18 Comentários

Papa pilhas ou papa lixo?

Papa pilhas ou papa lixo?

Isto da foto fica no Super Nosso (supermercado “requintado”) em BH. A idéia é boa: deposite, nesta caixinha bonitinha suas pilhas e seja uma pessoa melhor contribuindo para o bem estar ecológico de todos nós. Mas, então, por que, diabos, não funciona? Por que dentro desta caixinha tem tudo (papel, copinho de plástico, comida, lixo…), exceto pilha?

Muito difícil? Alguém arrisca? ; p

Sugestões de solução

Esta é a idéia sugerida pelo colega Humberto Massa:

Idéia do H. Massa

Idéia do H. Massa

Apesar da placa de aviso ser imensa, (hehehe) resolve boa parte dos problemas de “affordance” porque 1-é transparente, então é possível ver que contém pilhas e não lixo; 2-o campo de leitura está no nível do usuário o que pode facilitar o entendimento e leitura das instruções e 3-diminui a metáfora do lixo, o que pode ajudar o usuário a distinguir para que serve, antes de jogar algo dentro.

Mais idéias?

Agora só falta fazer um protótipo em papelão e colocar no Super Nosso para testarmos? ;-)

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Meu “querido” secador de cabelos

Abril 15, 2009 · 6 Comentários

Uso irreal projetado

Uso irreal projetado

Existe uma distância entre o uso projetado e o uso real que fazemos dos objetos. Pelo visto, o meu secador não leva em consideração as necessidades reais de seus usuários e tão pouco o modo real como a maioria de nós mulheres o usamos.

Quando queremos secar o cabelo e ao mesmo tempo escová-lo (atividade comum entre os “sem tempo para ir ao salão”) é quase impossível segurar um objeto pesado e barulhento em uma das mãos e ao mesmo tempo uma escova na outra (pois é assim que muitas de nós o usamos).

A atividade exige coordenação motora, esforço, paciência e atenção, já que a chance de queimar o cabelo fica ainda maior quando feito desta forma. Esta parece ser a forma normal esperada pelos criadores deste objeto – o uso projetado. Mas não é bem assim que acontece na realidade.

Lá em casa, por exemplo, todas usamos desta forma (veja imagem abaixo): penduramos o secador no suporte de toalha, ligamos o secador na tomada (já que os dois ficam próximos). Desta forma é possível aproximar o cabelo do secador e com as mãos livres usar a escova enquanto seca. Ufah!

Uso real do secador de cabelo

Uso real do secador de cabelo

Não sei bem se é só lá em casa que usamos dessa forma ou se foi herança de comportamento, mãe que passa para filha que passa para neta, etc… Mas o fato é que essa “adaptação no uso” acaba por tornar a tarefa possível. Curiosidade: alguém mais faz isso?

Mas existem vários problemas: como ele é pesado, ele cai do suporte, a posição em que ele fica não permite secar direito todas as partes do cabelo, etc…

Certamente existem outros modelos mais modernos e ainda melhores que facilitam a atividade e provavelmente não é todo mundo que usa dessa forma, mas o fato do meu secador não me ajudar em nada na atividade de secar meu cabelo da melhor forma possível, me fez pensar na questão. (ok, irei comprar um melhor)

Se for verdade que a maioria faz este tipo de “adaptação” porque não adaptar o seu design de forma a dar melhor suporte na forma como é usado? Seja vindo com um suporte para prendê-lo na parede, seja sendo mais leve, com um adaptador de escova (alguns já vem com isso), com um formato mais adaptável às mãos, etc…

Quantos outros objetos não levam em consideração o uso real que fazemos dele?

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Experiência do usuário no FAD

Março 15, 2009 · 3 Comentários

Ontem fui ao FAD – Festival de Arte Digital, que aconteceu, aqui, em BH. Este ano ocorreu nas estações de metrô da capital. Fui motivada pela curiosidade e principalmente pela esperança de ver um FAD melhor e mais maduro que o ano anterior.

Infelizmente não superou minhas expectativas. Longe de querer discutir o que é Arte, e entrar no mérito dos trabalhos, me limitei a dar minha opinião do ponto de vista de observadora, do que vi e percebi sobre a interação dos trabalhos com o público, foco na experiência dos visitantes.

O evento acontecia em 3 estações principais da cidade, a maior parte dos trabalhos se concentrava na Estação Central. Ocorriam, paralelamente, exposicões, instalações interativas e algumas performances.

Galeria de exposições audiovisuais

Galeria de trabalhos era exibida no computador

Galeria de trabalhos era exibida no computador

O maior problema destas exposições foi o formato. Os trabalhos multimídias eram exibidos em estações de PC, a interação ocorria por meios tradicionais: mouse, monitor, teclado e fone de ouvido. O usuário ficava em pé, de frente a tela.

Por várias razões, não notei muita empolgação das pessoas quando interagindo com estes trabalhos. As pessoas exploravam os trabalhos mas não despendiam muito tempo em cada trabalho, minha impressão era de que não havia motivação para conhecê-los melhor. Muitos eram apenas videos e pouca interatividade, pouco envolvimento e pouco tempo despendido em cada trabalho.

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Outros detalhes contribuíram para a má experiência: telas sem saída, áudio baixo (quase inaudível), problemas de usabilidade: para sair de um trabalho tinha de clicar em ESC + F4 (!) e quando saía tinha de clicar em voltar, nem sempre havia um instrutor por perto para orientá-los. Muitas vezes percebi que não sabia exatamente como interagir, se era com o mouse, teclado ou se era simplesmente uma apresentação em vídeo. O fato da interação acontecer em pé também atrapalhava um pouco: cansa.

Problemas de acessibilidade: algumas crianças (havia algumas no local) atraídas pelas imagens grandes e coloridas, não conseguiam ter acesso a tela do computador, que ficava um pouco acima, em uma bancada.

Dentre os trabalhos, um, muito simples por sinal, fez sucesso, sempre o via em alguma tela, é o Artconquest. Uma espécie de jogo de perguntas e respostas, ironizando a figura do artista. No final sempre saia um resultado inusitado o que provocava risos nas pessoas.

“Não era melhor eu entrar no site desses caras, sentado confortavelmente da minha casa, usando meu computador?” era a sensação predominante.

Instalações Interativas

Estas eram a atração mais interessante do evento. Notei grande curiosidade e o formato contribuia para a interatividade: cabines grandes escuras com projeções em telões, as pessoas faziam perguntas, queriam entender o que era, como funcionava tecnologicamente, qual era a proposta de cada trabalho, riam, se interessavam .

Das instalações, a que fez mais sucesso com o público, era também a mais divertida. “Authority” atraia as pessoas pela simplicidade da proposta: o sujeito pegava o microfone (que ficava pendurado do teto) e gritava com a imagem do policial alemão (projetado em vídeo). O policial reagia com o volume da voz, quanto mais alto gritava mais encolhido o policial ficava. Era cômico, inusitado, divertido. Site do projeto: www.popkalab.com

Video do Authority

Outro que também atraía as pessoas era o  Your life our movie . Havia duas projeções de imagens, uma acontecia no telão e outra na tela do monitor. A do telão eram imagens relacionadas a palavras-chave que as pessoas enviavam para um e-mail e a do monitor palavras que as pessoas digitavam na hora, no computador. As imagens faziam parte do banco de imagens Flickr. Enviamos “Brasil” e “Stamp” por e-mail, via celular e apareceu lá.

Your life our movie

Your life our movie

Video Your life our movie

Um terceiro, o Conected Momories, tinha um apelo estético inusitado interessante e exatamente por isso chamava a atenção das pessoas: duas cabeças “robóticas” dependuradas pelo teto, “conversavam sobre seus sonhos” e “projetavam suas memórias” nos vídeos (que ficavam instalados em suas “testas”). O público interagia com uma das cabeças, podia enviar um arquivo (vídeo, música ou texto) por bluetooth e a cabeça reproduzia o arquivo. Um menino (aprox. 8 anos) envio a música “piriguete” e a cabeça obedeceu prontamente, tocou “quando ela me vê ela mexe, piripipipiri-gueeete”.

Conected Memories

Conected Memories

Vídeo Conected Memories

Saldo final

As atrações que chamaram mais atenção do público (onde notei maior participação e interação) eram também as mais acessíveis e divertidas e principalmente, despertavam algum tipo de emoção: surpresa, vergonha, curiosidade… Fico, ainda, com a impressão que, para os profissionais antenados na área, para quem está ligado na rede e vê novidades constantemente, os trabalhos são muito repetitivos, poucos são inspiradores. Por outro lado, para o público leigo, alguns trabalhos ainda parecem inatingíveis e inacessíveis, o que contribui para a “preguiça” que muitos dizem sentir com relação a arte. Fiquei curiosa para saber a opinião de outras pessoas.

ps.: não assisti as performances e shows.

Veja todas as fotos em: http://www.flickr.com/photos/latitude14/

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Emotional design em prática

Março 10, 2009 · 6 Comentários

Estou lendo “O Cerebro do futuro” de Daniel Pink que tem tudo a ver com Design thinking, Emotional design, Design de interação… e tem uma intertextualidade imensa com tudo o que tenho lido e ouvido nos últimos anos e por essas e outras entrei na onda do livro e resolvi botar em prática alguns dos exercícios propostos. Todos os exercícios e atividades propostas no livro tem o propósito de desenvolver o lado direito do cérebro, o lado criativo, empático, a visão do todo, o lado onde predominam as atividades neurológicas que envolvem o Design thinking. Se você já leu “Emotional Design”  de D. Norman, provavelmente irá identificar a ligação entre a proposta do exercício e os conceitos de Norman.

O que escolhi para fazer hoje consiste em: Escolher um objeto que tenha algum significado especial para mim, colocar este objeto sobre uma mesa e examinar as seguintes questões abaixo.

  1. Quando você olha para este objeto, no que ele faz você pensar? Algo que você viveu? A habilidade que você desenvolveu ao usá-lo? A pessoa que o fez? Talvez você possa trazer a tona algumas sensações ou experiências agradáveis.
  2. Como esse objeto afeta cada um de seus cinco sentidos? Haverá uma série de detalhes ou aspectos do design que estimularão seus sentidos.
  3. Pense na relação que  você estabeleceu entre as sensações proporcionadas por esse objeto e a forma como pensa nele, ou o que sente por ele. Consegue perceber essa relação?

Escolhi três artefatos para essa análise. O Iphoto (da Apple), um Blush (do Boticário) e um Depilador elétrico (da Philips).

As respostas estão abaixo:

Software Iphoto (da Apple)

Software Iphoto

Software Iphoto

1. Penso em memória, não tem como não associar o software ao conteúdo que ele gerencia: as fotos,  “rever momentos marcantes” é diretamente associado a uma carga emocional. Ou seja penso que o sotware herda o significado do seu conteúdo: as fotos. O fato dele ser muito fácil de usar, reforça a relação positiva que tenho com o aplicativo. Quando o comparo ao photoshop por exemplo, penso em alívio. “Que bom não terei de esperar uma eternidade para abrir o  programa (como acontece com photoshop) e poderei retocar e editar as fotos sem complicações, já que o ele salva automaticamente todas as fotos que edito em uma pasta separada”. É isso: um senso de praticidade aliado a carga emocional que as fotos carregam.

2. Estimula principalmente a visão.

3. A visão das fotos e interface amigável estão diretamente relacionadas ao foto de eu me sentir bem em usá-lo.

Blush do Boticário

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Blush do Boticário - mais de um sentido ativados

Blush do Boticário - mais de um sentido ativados

1. Penso em me sentir bem, em me cuidar, em auto-estima e na sensação confortável de usá-lo.

2. Mais de um sentido é ativado: tato (gosto da maciez da esponja), olfato (um cheiro agradável e suave), visão (adoro a cor brilhante e viva do pó rosa que fica a vista, do movimento do pó quando o balanço). Adoro a forma com que o pó é transferido para a esponja, com o movimento de balançá-lo para cima e para baixo: é gestual.

3. O fato dele ativar mais de um sentido me faz ter uma experiência ainda mais prazerosa ao usá-lo. Ja tive e tenho outros blushs de outras marcas mas nunca havia parado para pensar o porque de preferir este especificamente.

Depilador elétrico Philips

Depilador elétrico - sentimentos contraditórios: dor x auto estima

Depilador elétrico - sentimentos contraditórios: dor x auto estima

1. Penso em praticidade, penso também no benefício que terei após usá-lo: alívio, conforto, bem estar, auto-estima. Por outro lado penso também em dor e sacrifício. Apesar de já ter tido outros tipos de depiladores elétricos, este é o primeiro que consigo usar com uma certa frequência. Na embalagem eles prometem uma depilação menos dolorosa, “ele massageia a pele enquanto depila” segundo o fabricante. Se isso é verdade ou não, eu não sei, mas o fato é que essa afirmação exerce uma certa força psicológica positiva, o que me leva a crer que realmente ele doi menos. E além do mais, a praticidade é tão grande e o benefício comparado a outros métodos (depilação a cera) é tão grande que o objeto ganhou uma estima grande no meu dia-a-dia. Existe também o poder da marca: Philips me faz associar a produtos de qualidade, essa pré disposição a usar um produto Philips exerce um poder considerável na minha percepção de produto.

2. O sentido mais estimulado, obviamente é o tato: a sensação desconfortante e pouco agradável do ato de depilar. Também existe o som que ele emite quando é ligado.

3. O fato de ele ser leve, anatômicos e muito pequeno me faz pensar que ele é melhor que outros.

O interessante é perceber que com um exercício simples podemos entender melhor nossa relação com os artefatos que nos cercam e principalmente compreender que estes são, muito além de simples ferramentas que servem a algum fim, que vão muito além da utilidade, da tecnologia embutida ou da interface, são capazes de estabelecer relações muito mais profundas, conectando necessidades e desejos humanos.

São objetos que perduram no tempo. Emotional design é isso. E como os designer podem criar produtos emocionalmente significantes? Estudando a relação das pessoas com os produtos que as cercam. Não tem nada de bicho de sete cabeças, muito menos fantasioso, mas é, certamente, desafiante.

Faça isso também…

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Designing for play

Fevereiro 14, 2009 · 4 Comentários

Máquina de fazer bonecos

Máquina de fazer bonecos

Designing producs or services that allow play doesn`t mean designing everything to be a toy or a game, but rather providing the enviromment and menas for users to play with a product or service…. Sometimes we try them just to see how they work. How many times have you pushed a button just to see what it did? – Dan Saffer

Este serviço (figura acima) parece ter entendido bem o sentido desta frase do Dan Saffer: Criou um ambiente e uma experência em que ambos, serviço e produto, foram transformado em uma atividade extremamente divertida e prazerosa. E não só para as crianças, percebi que os adultos (principalmente mães, mulheres), também. O artefato e o ambiente todo tem luz própria. Quanto adultos devem ter passado por ali e pensado “Uwau, nos meus tempos de criança, eu iria achar isso o máximo”.

Trata-se de uma “Máquina fazedora de bonecos”, situada nos corredores de um shopping. Não tem criança que resista a tentação de ver o seu boneco “nascer” ao vivo, passando por todos os passo a passo do nascimento, com direito a escolher cor, tipo físico, tipo de enchimento, roupas, conferir o peso, perfume e outros detalhes. O serviço vira uma brincadeira, o visual é de uma grande fábrica, com botões coloridos, relógios, mostradores, tudo grande e ao alcance das crianças. É  realmente simples, genial.

Pais acompanham o "nascimento" do boneco

Pais acompanham o "nascimento" do boneco

Detalhe para os comandos, slides, botões, a criança controla e escolhe o formato do seu bicho peludo.

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Análise Heurística de um serviço de gráfica rápida

Outubro 23, 2008 · 10 Comentários

Hoje darei um exemplo de uma análise heurística que fiz em cima de uma experiência real que tive a poucos dias em uma gráfica daqui de Belo Horizonte (melhor não citar o nome, EXATAmente…)… Por quê análise heurística? Porque as heurísticas se encaixaram perfeitamente neste caso…No final, criei as minhas próprias. Acompanhe… (mais…)

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Definição de DCU pelo cliente

Agosto 19, 2008 · Deixe um comentário

Outro dia ouvi:

“Cara, vocês conseguiram transformar a bagunça, e aquele monte de idéias em algo totalmente entendível, incrível”

Quando a gente pensa que já encontrou uma boa definição para o que é Design centrado no usuário, vem o cliente e supera ;-)

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Modelo “Funil” de design de interação

Agosto 19, 2008 · 11 Comentários

Modelo de ciclo de vida Funil

Pensando esses dias sobre os projetos e o processo de design de interação que temos feito aqui na empresa, percebo um grande amadurecimento no processo, principalmente com relação à flexibilidade na forma de planejar um projeto de DI e de escolher processos alternativos que melhor encaixam em cada projeto. Temos conseguido viabilizar projetos de usabilidade e design de interação bem diferenciados.

Mesmo em projetos com pouco tempo disponível, ou verba, temos aplicado algumas técnicas de forma a melhorar interfaces de forma bastante satisfatória. Temos aplicado algo parecido e alinhado com os conceitos do Agile development (nomeamos livremente de “Agile UX design”) que, basicamente, consistem em iterar o mais rápido possível, identificar os erros rapidamente, concentrar no essencial, manter o simples, rabiscar idéias no papel, evitar documentações desnecessárias… (Este artigo aqui, inclusive, é muito bom para quem quiser saber mais).

Observando o andar dos últimos projetos (principalmente os de criação de um produto novo), consegui identificar alguns padrões e rabisquei um modelo de ciclo de vida em formato “funil”, pois é esse modelo mental que me vem a mente quando vivencio um turbilhão de idéias, dúvidas e opiniões abstratas acerca de um produto sendo transformados em algo concreto, um produto fruto de um projeto de design.

(mais…)

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“Usabilidade pública”

Junho 19, 2008 · 9 Comentários

intervenções

As pessoas modificam o ambiente e os objetos onde vivem seja para facilitar a própria vida, para adaptá-lo a um estilo de vida, para personalizá-lo, etc. Passeando um dia desses, me deparei com esta máquina. A máquina (fotografada e postada a seguir), mesmo que inativa, é prova dessas modificações inusitadas, engraçadas, bizarras, para alguns, úteis (?) para outros…

A verdade é que, aleatoriamente, me lembrei de vários conceitos de usabilidade, interação, algumas heurísticas e princípios de design de interação e saí “colando por aí”…

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Tá dificil interagir com a tv!

Maio 1, 2008 · 2 Comentários

Compraram um Tv Lcd nova la para a sala! Legal… como estava sem “antena” (que coisa mais antiga) e sem o aparelhinho digital (que custa ainda quase metade do preço da tv), fui testar a configuração, interaface de tela, controle… essas coisas que só mesmo uma designer de interação para ter paciência e curiosidade para isso …. Bom a primeira tela foi esta “coisa” aí de baixo:

(mais…)

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