Para começar, um ponto de vista “síntese” sobre de onde partem os novos produtos: (Direto da primeira página do meu caderno do curso de design de interação).
Esboçado, estava mais ou menos assim: um produto novo pode partir de três pontos: ou vem da tecnologia ou da
atividade ou das necessidades das pessoas.
1) Tecnologia
Quando um produto parte da descoberta ou desenvolvimento de uma tecnologia nova. É o caso da maioria das empresas de tecnologia, que investem em um novo produto a partir da tecnologia desenvolvida. Ex.: Celulares e Indústria de Jogos.
2) Atividades
Quando um produto é pensado para suportar uma atividade já realizada pelas pessoas antes da tecnologia específica. Exemplo: Softwares de comunicação instânea, como Skype e MSN. Estes sistemas possibilitaram que as pessoas
realizassem a mesma atividade de comunicação de uma outra forma.
Nesses casos as pessoas é que se adaptam às atividades.
3) Pessoas
Quando um produto é pensado através do estudo das necessidades e características das pessoas, podendo estar até mesmo relacionado à uma atividade nunca antes realizada. Ex: Flickr, que suporta uma neccessidade básica do ser humano: a socialização.
É neste cenário que se encontra o Design centrado no usuário > Entender necessidades reais para projetar produtos, experiências e serviços mais adequados à estas pessoas.
Aula do Prf. Marcos Kutova

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